#famosa

E nas duas últimas semanas a Bebê Pig e o NVCA deram o que falar! 🙂 Olha que legal:

♥ Tudo começou com uma matéria muito legal no G1:
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♥ Logo depois aparecemos no Jornal do Almoço da RBS, juntamente com a Juliany, mãe do super fofo Bernardo.
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♥ Teve também bebê pig tentando roubar o microfone da jornalista na entrevista da Band:Screen Shot 2013-06-11 at 10.22.01 PM

♥ E o pessoal da Ric Record nos emocionou com uma matéria muito legal:
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♥ Além disso, saiu uma nota sobre o blog no jornal Diário Catarinense e fui convidada para escrever um artigo para o site Bebê.com.br. Ufa! 🙂

Um dos intuitos principais do NVCA é acalentar o coração das famílias que acabaram de receber a notícia – seja no ultrassom ou no parto – que seu filho (ou neto, sobrinho, afilhado, irmão…) tem síndrome de Down. Por isso, tão legal quanto ver o NVCA recebendo atenção da mídia, é receber comentários como este:

“Olá, meu nome é Fernanda e acabamos (exatos 7 dias) de ter uma bebezinha linda que se chama Alice, coincidencia ou não, a nossa pequena também tem caracteristicas de SD, e ainda nao pegamos o resultado do cariotipo, mas como ja estavamos na ansiedade, pois a TN deu alterada. Gostaria de dizer que estou imensamente emocionada com o seu blog e que tem me ajudado imensamente a superar esses primeiros dias da Alice. Digo ainda que achar seu blog foi como um balsamo para o momento que estamos vivendo. Espero que vc continue a postar sobre o desenvolvimento da sua bebê linda, pois acredito que assim você esta ajudando mais pessoas como eu.”

famosa

tô famosa 😉

Tem como não ficar feliz? ♥

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Como é ser mãe de uma bebê com síndrome de Down?

Me perguntam com frequência como é ser mãe de uma bebê com síndrome de Down. E quanto mais eu convivo com a Alice, mais essa pergunta torna-se difícil de responder. Me explico: conforme vai passando o tempo, menos o fato dela ter síndrome de Down a define para mim. Além disso eu não posso falar por todas as mães de crianças com SD, visto que cada indivíduo é único, posso falar apenas pela Alice, minha bebê Pig.

Uma vez comentaram comigo que a síndrome de Down é como um manto, que cobre o seu bebê. No início aquele pedaço de pano é tudo que você consegue ver. Você repara na textura do pano, na sua cor, na sua estampa… Com o tempo, você puxa um pouco o tecido, e descobre que tem um olhinho brilhando, olhando para você. Puxa mais um pouquinho, e vê uma mãozinha dando oi. E quando você menos imagina, descobre que por debaixo daquele manto tinha um bebê lindo, pronto para ser amado e estimulado, independente de quaisquer atrasos motores ou cognitivos. Nesse dia você joga o manto longe. Não porque ignora ou se ilude sobre a sua condição, mas porque descobre finalmente que seu filho é muito mais que a soma de seus cromossomos.

Por isso, é difícil responder como é ser mãe de uma bebê com síndrome de Down.
Mas responder como é ser mãe da Alice é bem facinho:

brincando

É uma honra. 🙂

(Post originalmente publicado no site Bebê.com.br. Obrigada pelo convite! :))

Série “Estimular é um Barato” » Caixa dos cheirinhos!

Quero iniciar uma série de posts aqui no blog com dicas de estimulações fáceis e baratas. Já falei sobre isso no post da caixinha de texturas, do batom vermelho, e no post da calça da vovó. A realidade é que não precisa de muito dimdim pra estimular um bebê ou criança. Com um pouquinho de imaginação elas se divertem bastante e a gente ainda poupa a natureza, reciclando e gerando menos lixo.

A dica de hoje é a da Caixa dos cheirinhos.

cheirinhos01
Baunilha, ou cheirinho de “vevete”, como diz a lelê, amiguinha da Alice.
cheirinhos02
Várias essências, já com os nomes e rótulos feitos em casa.

Me inspirei em um post no facebook das mães montessorianas falando sobre potes com cheirinhos. Além disso, lá na APAE os fonos também costumavam brincar com aromas. Então procurei na internet por essências baratinhas, custando em torno de 1.80 cada. Elas também servem para cozinhar, ó que maravilha. Para deixar a atividade mais completa, criei rótulos personalizados para cada essência, já que elas tinham todas o mesmo rótulo amarelo padronizado. (Baixe aqui a folha com todos os rótulos).

Mas e como podemos brincar?

Eu gosto de cantar músicas que contenham frutas na letra ao mesmo tempo que dou os cheirinhos para ela sentir. Por exemplo “Fui no mercado comprar café (mostro o cheirinho), mas a formiguinha subiu no meu pé (mostro o pé)“. Ou então “meu limão meu limoeiro, meu pé de jacarandá“. Com crianças mais velhas, dá para brincar de mostrar o cheirinho e pedir para ela adivinhar qual é. Elas adoram! No caso da SD, esta brincadeira é especialmente interessante, pois promove a respiração pelo nariz e o vedamento labial.

Mais legal que um vidrinho com cheirinho de limão, é passear com a criança, ir no quintal, ver o limoeiro, sentir a textura da fruta, ver sua cor, pegar na folha e sentir seu perfume… Mas como nem sempre dá para fazer isso, a caixinha das essências quebra um galho! 🙂 E para mim são atividades complementares e não excludentes, ambas interessantes e colaboram para a diversão e o desenvolvimento sensorial dos nossos pequenos.

(Vale lembrar: cuidado ao manipular os vidrinhos, o líquido concentrado pode ser muito forte para a pele do seu bebê. Eu costumo dar só a tampinha pra Alice cheirar, para não correr risco de derramar nada nela.)

Espero que tenham gostado! Em breve mais dicas. 🙂