Mamãe OWL

coruja

The cute side of the moon.

A bebê pode ser PIG mas a mãe é CORUJA mesmo. Nunca imaginaria que eu seria uma mãe tão apegada. Logo eu, que só pensava em trabalho e nunca tive muita paciência com crianças. Aliás para mim um dos maiores desafios da maternidade está sendo justamente não ultrapassar a linha entre ser coruja e a superproteção. Acho que tenho melhorado nisso, ainda que lentamente. A Alice sai ganhando, pois aprende a ter mais autonomia, e eu também, pois vou gradualmente voltando às atividades que gosto tanto, como desenhar. E assim, aos poucos, vou lembrando que sou (e adoro ser) mãe da bebê Pig, mas também sou esposa, filha, irmã, amiga, designer, ilustradora… 🙂

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4 comentários sobre “Mamãe OWL

  1. Paolla Aquino disse:

    Que ilustração linda! Carol, tive o prazer de conhecer sua mãe aqui em Juiz de Fora, numa situação difícil por causa da morte do querido Sr Pedro Paulo. Falei com ela que acompanho as histórias da bebê Pig e me emociono com essa história linda que você vem contando desde que a Alice nasceu. Eu era amiga da Jojô e me lembro de você sempre deixando recadinhos de saudades no orkut (tô ficando velha! rs!) depois que ela foi morar lá em cima com Papai do Céu. Um dia sem querer procurando outra Carolina achei você no Facebook e fui dar uma espiadinha. Tinha pouco tempo que a Alice tinha nascido e de lá pra cá venho acompanhando vocês tanto no Face quanto aqui no blog. Parabéns! Você abriu os meus olhos de educadora para a beleza das diferenças. Dê um beijinho na Alice por mim e outro pra você!

  2. Heloisa disse:

    Ai que lindo!!! É bem difícil mesmo fazer essas distinções, até porque temos que dar conta de muitas informações e mergulhamos no mundo “ser mãe” e da Síndrome aí até colocarmos tudo em uma ordem aceitável demora mesmo. Mas a gente tira de letra né…e quando a gene volta a rotina percebe que tudo é novo, até mesmo as coisas velhas ficaram com uma ar de novo porque nosso olhar hoje é muito diferente de antes…beijocas nas duas!

  3. Mariana Bortolucci Pereira disse:

    Que linda a coruja-porquinha! Coisa mais fofa.

    Carol, uma curiosidade que nem é tão relevante, mas acabei lembrando de você. Como já falei em alguns comentários, não tenho filhos, mas acompanho o blog por conta da informação e da fofura da Alice. Tenho uma amiga que, assim como eu, só tem como “filho” os cachorrinhos dela. E uma das Shih Tzus tem o equivalente à Síndrome de Down. Não por acaso, ela é a mãe do meu “filho”, o Jake, que é saudável e todo espoleta. Sempre que eu vou na casa dela, fico observando a cachorrinha com os outros dois Shih Tzus e encantada de ver como o preconceito bobo é coisa dos humanos mesmo. Ela faz tudo o que os outros fazem, corre, late, pula, brinca, mas do jeito dela. É extremamente carinhosa e, assim como uma cachorrinha normal, cuidou das três crias que teve de forma exemplar. E os outros cães que chegam perto dela nem se importam com essa “diferença”. Pra eles, ela é normal. E ela realmente é.

    Vejo essas campanhas de inclusão social e tudo mais e fico pensando em como a vida seria mais fácil se pensássemos como os animais e não vivêssemos nesse mundo de preconceitos. Ela até me mandou o link de uma matéria, que fala sobre a Síndrome de Down que um tigre branco tem. Olha só: http://www.megacurioso.com.br/animais/37106-conheca-kenny-o-primeiro-tigre-albino-com-sindrome-similar-a-de-down.htm

    Beeeijos.

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